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O Papel da Sinalização de ERK5 em Células T Reguladoras (Treg) na Progressão do Câncer Colorretal.

Processo: 25/15376-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:José Carlos Farias Alves Filho
Beneficiário:Gustavo Loria Brunini
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID
Assunto(s):Neoplasias colorretais   Linfócitos T reguladores   Microambiente tumoral   Imunofarmacologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:câncer colorretal | ERk5 | Linfocitos T reguladores | microambiente tumoral | Imunofarmacologia

Resumo

As células T reguladoras (Treg) são uma subpopulação de linfócitos T CD4+ com função de manutenção da tolerância imunológica. No contexto tumoral, os linfócitos Treg favorecem um microambiente imunossupressor, que dificulta o reconhecimento e eliminação das células cancerígenas pelo sistema imune. Esse processo contribui para a evasão imunológica e crescimento tumoral, resultando em um pior prognóstico dessa doença. ERK5 é uma quinase da família das MAPK, envolvida em diversas vias de sinalização intracelular. Estudos têm mostrado sua influência na modulação do sistema imunológico, e nesse sentido, um estudo ainda não publicado do nosso laboratório identificou que a ERK5 é crucial para a diferenciação de linfócitos Treg. No entanto, seu papel nas funções desempenhadas pelas células Treg durante a progressão do câncer ainda não foi elucidado. Dessa maneira, o objetivo desse projeto é investigar a importância da quinase ERK5 em linfócitos Treg na progressão do câncer colorretal, um dos tipos mais prevalentes e letais mundialmente. Para isso, será utilizado um modelo pré-clínico de câncer colorretal para avaliar como ERK5 influencia o perfil e a função de células Treg infiltrantes do tumor e seus impactos sobre tumorigênese e composição celular do microambiente tumoral. Portanto, este estudo pode auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas voltadas ao tratamento oncológico e à melhora do prognóstico dos pacientes. (AU)

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