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Efeitos do citral no diafragma distrófico de camundongos mdx.

Processo: 25/18155-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cintia Yuri Matsumura
Beneficiário:Guilherme Cenci Mescolatti
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Citral   Diafragma   Distrofia muscular de Duchenne   Citologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:citral | Diafragma | Distrofia Muscular de Duchenne | mdx | Citologia

Resumo

A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é uma doença pediátrica letal, sem cura, com prevalência epidemiológica em cerca de 2,8 casos a cada 100.000 nascimentos. A DMD compromete progressivamente o músculo estriado esquelético, incapacitando o indivíduo a andar e realizar atividades vitais. O tratamento atual com glicocorticoides é paliativo retardando os sintomas e a progressão da doença, porém, possui diversos malefícios com sua administração crônica. Nesse sentido, pesquisas com novos tratamentos adjuvantes ou alternativos têm sido realizadas. Nosso estudo irá investigar os efeitos farmacológicos da administração do citral no músculo distrófico de camundongos mdx, modelo experimental para DMD. O citral apresenta efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes no trato gastrointestinal, além de efeitos neuroprotetores, renoprotetores e anti-nociceptivos, sem apresentar efeitos colaterais. Não há estudos sobre os efeitos do citral em músculos. O diafragma é um dos órgãos cujo impacto do caráter distrófico é mais deletério ao indivíduo acometido, imprimindo um quadro de insuficiência pulmonar no humano conforme evolução da doença. O fenótipo é semelhante no modelo murino. Dessa forma, serão analisados o diafragma e o sangue destes animais, por meio de técnicas histológicas, bioquímicas e moleculares, buscando possíveis impactos na expressão fenotípica da doença com a administração do citral. A metodologia envolve morfometria das áreas transversais de fibras normais e distróficas, e de áreas com caráter inflamatório e em regeneração. Para além da análise tecidual, serão também realizados experimentos de biologia molecular, pela quantificação de proteínas relacionadas à inflamação (TNF-a e F4/80) por Western Blotting, e análises bioquímicas pela quantificação plasmática de Creatina Quinase. Os resultados ampliam o conhecimento dos efeitos do citral, além de contribuir para potenciais estratégias inovadoras de terapia para DMD, em monoterapia ou em associação medicamentosa com corticosteroides.

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