| Processo: | 25/06519-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Kelly Johana Dussán Medina |
| Beneficiário: | Maria Fernanda de Sousa Cavichioli |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/03000-0 - Obtenção de bioprodutos de alto valor agregado a partir de um subproduto da cadeia produtiva do café, AP.PNGP.PI |
| Assunto(s): | Borra de café Extração Óleos Otimização Sistema de valorização de resíduos Bioprocessos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Borra de café | Extração | óleos | otimização | Solventes Verdes | valorização de resíduos | Bioprocessos |
Resumo A economia circular tem ganhado crescente relevância, incentivando o desenvolvimento de tecnologias que promovam a reciclagem e o uso eficiente de recursos. No Brasil, esse movimento é especialmente relevante devido à forte presença do setor agrícola, com destaque para o café, cuja produção e consumo estão profundamente enraizados na cultura nacional. Contudo, o preparo da bebida gera grandes volumes de borra, um resíduo orgânico que geralmente é descartado em aterros sanitários. Por se tratar de um resíduo orgânico rico em carbono, sua decomposição em ambientes anaeróbicos gera a liberação de gases de efeito estufa, como o metano (CH¿), que possui um potencial de aquecimento global até 28 vezes superior ao do dióxido de carbono (CO¿). Esse resíduo ainda contém cerca de 85% dos compostos originais do grão, incluindo uma fração oleaginosa com elevado potencial de aplicação, especialmente na indústria nutracêutica. Atualmente, os métodos de extração de óleo da borra de café envolvem, principalmente, solventes orgânicos ou fluidos supercríticos. Os solventes orgânicos são eficazes, mas tóxicos, trazendo riscos ambientais e baixa aceitação por parte dos consumidores. Por outro lado, os fluidos supercríticos são sustentáveis, porém demandam tecnologias complexas e alto investimento, dificultando sua aplicação em larga escala. Diante disso, o uso de solventes verdes desponta como uma solução promissora. Esses solventes apresentam menor toxicidade, menor impacto ambiental e são mais economicamente viáveis, além de atenderem às exigências de sustentabilidade e segurança do consumidor. Este projeto propõe a investigação e seleção do solvente verde mais eficiente para a extração de óleo da borra de café, com foco na eficiência de extração, qualidade do produto obtido, viabilidade técnica e impacto ambiental. A iniciativa visa valorizar um resíduo amplamente disponível, agregando valor à cadeia do café e contribuindo para a consolidação de práticas sustentáveis (AU) | |
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