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Polimorfismo de CD98hc e risco de malária por Plasmodium vivax em populações amazônicas

Processo: 25/07859-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2029
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Marcelo Urbano Ferreira
Beneficiário:Kaitlyn Marie Dalrymple
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/04280-2 - Explorando o duplo papel de CD98hc na eritropoiese humana e na Malária Vivax, AP.TEM
Assunto(s):Plasmodium vivax   Polimorfismo genético
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:CD98hc | Plasmodium vivax | polymorphisms | susceptability | vivax malaria | Human Parasitic Protozoology - Malaria

Resumo

Resumo: A malária continua sendo um problema de saúde global significativo, sendo Plasmodiumvivax responsável por 72% dos casos nas Américas, particularmente na Amazônia brasileira. As características genéticas das populações locais, altamente miscigenadas, podem influenciar asuscetibilidade à malária. Este estudo tem como primeiro objetivo testar se alguns polimorfismos no gene SLC3A2 afetam o risco de infecção por P. vivax em uma população exposta a níveis relativamente altos de transmissão em Mâncio Lima, um foco malária urbana. O gene SLC3A2 codifica a proteína de superfície de reticulócitos CD98hc, que permite a invasão do parasita na célula, agindo como um receptor para a proteína de ligação aos reticulócitos PvRBP2a. Para identificar variantes de SLC3A2 usaremos sequenciamento tipo Sanger e genotipagem molecular. O segundo objetivo consiste eminvestigar se anticorpos naturalmente adquiridos contra a PvRBP2a inibem a entrada do parasitanos reticulócitos, especialmente em indivíduos com polimorfismos SLC3A2 que podem reduzira afinidade de ligação à PvRBP2a. Este estudo envolve amostras biológicas e metadados de doisestudos: os dados e amostras de inquéritos transversais realizados entre 2018 e 2021)serão usadas para caracterizar variantes do gene SLC3A2, enquanto aquelas provenientes de um estudo de eficácia terapêutica de cloroquina-primaquina (2014-2015) serão usadas para avaliar o papel protetor de anticorpos anti-PvRBP2a. Serão usados modelos multivariados de regressão logística com efeitos mistos e análise de sobrevida para comparar o risco de malária segundo diferentes características dos indivíduos. O plano de trabalho prevê um estágio de pesquisa de 12 meses no Instituto Pasteur de Paris, sob a orientação da colaboradora Sylvie Garcia, para inserir polimorfismos de SLC3A2 em precursores eritroides humanos e avaliar seu impacto na eritropoiese e na infecção por P. vivax em camundongos humanizados receptores dessas células como modo de validação dos resultados do primeiro objetivo.Esta pesquisa contribuirá para a compreensão dos fatores genéticos que influenciam a suscetibilidade à malária na Amazônia, oferecendo insights sobre potenciais estratégias de tratamento.

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