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Capacitação, discussão científica e disseminação de conhecimentos e técnicas na área de proteômica e bioinformática relacionadas a resposta inflamatória da sepse

Processo: 25/20381-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Reinaldo Salomão
Beneficiário:Giuseppe Gianini Figueiredo Leite
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/01786-2 - O hospedeiro na Sepse: metabolismo, processos biológicos e caracterização de perfis de resposta, AP.TEM
Assunto(s):Biologia computacional   Proteômica   Resposta inflamatória   Sepse
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:bioinformática | proteômica | Resposta inflamatória | sepse | Bioinformática

Resumo

A sepse é uma condição clínica complexa, marcada por uma resposta inflamatória desregulada do hospedeiro à infecção, onde o metabolismo energético é crucial para sua regulação. Ferramentas ômicas como transcriptômica, proteômica e lipidômica têm permitido a caracterização de perfis de pacientes (endotipos) com respostas distintas à infecção, ajudando a entender a heterogeneidade da sepse e a desenvolver intervenções específicas. Estudos recentes focaram nos neutrófilos de baixa densidade (LDNs), conhecidos por suas ações imunossupressoras. Um módulo de genes/proteínas associado aos LDNs foi identificado em pacientes sépticos, correlacionando-se com alterações nos processos de transcrição e tradução. Este estudo propõe explorar a assinatura proteômica dos LDNs em células mononucleares do sangue periférico (PBMCs) de pacientes com sepse, utilizando técnicas de espectrometria de massas, e correlacionar essa assinatura com mediadores inflamatórios e vasculares, disfunção orgânica e desfecho clínico. A análise proteômica de amostras plasmáticas que tem sido valiosa na compreensão dos mecanismos subjacentes à sepse. Estudos destacaram alterações no metabolismo lipídico em pacientes com sepse secundária a pneumonia, incluindo mudanças no colesterol, HDL e apolipoproteínas, além de mudanças no citoesqueleto, como na actina/gelsolina. A bioinformática é essencial na análise dos dados ômicos, permitindo a integração e interpretação de grandes volumes de dados para identificar biomarcadores e subtipos de pacientes. Ferramentas bioinformáticas avançadas, como algoritmos de aprendizado de máquina e redes de interação proteínaproteína, são usadas para analisar dados proteômicos, revelando padrões e associações difíceis de identificar de outra forma. Essa abordagem combinada permite uma compreensão mais profunda dos mecanismos moleculares da sepse e facilita o desenvolvimento de terapias personalizadas.

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