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Mapeamento dos miRNAs expressos por células B-1 ao longo do envelhecimento

Processo: 25/19569-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Ana Flavia Popi
Beneficiário:Alana Simal Marques
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Apoptose   Subpopulações de linfócitos B   Envelhecimento   Leucemia linfocítica crônica de células B   MicroRNAs   Linfócitos B
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:apoptose | células B-1 | Envelhecimento | Leucemia Linfocítica Crônica | MicroRNAs | Linfócitos B

Resumo

MicroRNAs são pequenas moléculas não codificantes que regulam a expressão gênica por clivagem de mRNA ou repressão traducional, influenciando diversos processos biológicos, incluindo apoptose. Alterações na expressão de miRNAs estão associadas a doenças hiperproliferativas, como a leucemia linfocítica crônica (LLC), na qual miR-15a e miR-16-1, que são reguladores negativos de Bcl-2, apresentam expressão reduzida, favorecendo a sobrevivência celular anormal. Células B-1, uma subpopulação distinta de linfócitos B, aumentam em número com o envelhecimento e podem participar da patogênese da LLC devido à resistência à apoptose e alterações no perfil de miRNAs. Estudos prévios do grupo indicaram que precursores de células B-1 de animais idosos apresentam radiorresistência e downregulation de miR-15a/16-1. Este projeto visa investigar se tais alterações persistem em células B-1 maduras, avaliando o perfil de miRNAs relacionados à apoptose ao longo do envelhecimento e seu impacto na proliferação e sobrevivência celular. Assim, a avaliação do perfil de miRNAs expressos por células B-1 ao longo do envelhecimento por meio de PCR array comparativo entre células B-1 de camundongos jovens e idosos, e a validação dos miRNAs diferencialmente expressos por RT-qPCR podem gerar resultados importantes para o entendimento da LLC e seu desenvolvimento. (AU)

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