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A regra 3:30:300 de arborização urbana no aumento da resiliência e equidade de cidades: uma abordagem sistêmica e integrada

Processo: 25/21352-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2028
Área de conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física
Pesquisador responsável:Maurício Lamano Ferreira
Beneficiário:Rafael Brandão Ferreira de Moraes
Instituição Sede: Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/15349-3 - Inovação no planejamento da arborização urbana voltada à promoção de cidades resilientes e saudáveis: contribuições para implementação do Plano Nacional de Arborização Urbana, AP.PP
Assunto(s):Planejamento ambiental   Adaptação às mudanças climáticas   Sustentabilidade urbana   Arborização urbana   Florestas   Políticas públicas   Desastres ambientais   Cidades   Brasil
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adaptação às mudanças climáticas | Florestas Urbanas | Inovação em planejamento ambiental | políticas públicas ambientais | Riscos à desastres por causas naturais | Sustentabilidade urbana | Planejamento Ambiental

Resumo

Este projeto tem como objetivo geral compreender as relações entre parâmetros de arborização urbana com indicadores socioambientais em diferentes regiões e cidades do Brasil. A partir da aplicação da Regra 3:30:300 - que recomenda que cada pessoa visualize ao menos três árvores a partir de sua residência, viva em bairros com 30% de cobertura arbórea e tenha acesso a uma área verde qualificada em até 300 metros -, busca-se identificar territórios urbanos críticos, associando déficits de infraestrutura verde à susceptibilidade a desastres naturais (inundações e deslizamentos de massa). Serão desenvolvidos dois índices integradores: o Índice de Susceptibilidade a Inundações em Áreas Urbanas (ISIAU) e o Índice de Susceptibilidade a Deslizamentos em Áreas Urbanas (ISDAU), baseados em dados geoespaciais e análise multicritério. A metodologia contempla a construção de mapas temáticos de litologia, pedologia, geomorfologia, uso e cobertura do solo, declividade e erosividade das chuvas, além da análise da cobertura arbórea e do acesso a áreas verdes, utilizando imagens de satélite e ferramentas como QGIS e Google Earth Engine. A proposta também visa apontar vocações estratégicas para essas áreas de risco, como a criação de parques urbanos e zonas de amortecimento, contribuindo para o planejamento de soluções baseadas na natureza. Os resultados subsidiarão diretrizes para políticas públicas de arborização urbana com foco na justiça ambiental e na redução de riscos, alinhadas ao Plano Nacional de Arborização Urbana (PLANAU) e ao fortalecimento da resiliência climática das cidades brasileiras. (AU)

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