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Papel do sulfeto de hidrogênio (H2S) endógeno na resposta inflamatória induzida pelo lipopolissacarídeo (LPS) de membrana bacteriana sobre macrófagos THP-1 em cultura.

Processo: 25/22739-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de outubro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Marcelo Nicolas Muscara
Beneficiário:Jorge Luiz Guilherme Rodrigues
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:25/12825-1 - Papel do sulfeto de hidrogênio (H2S) endógeno na resposta inflamatória induzida pelo lipopolissacarídeo (LPS) de membrana bacteriana sobre macrófagos THP-1 em cultura, AP.R
Assunto(s):Gasotransmissores   Resposta inflamatória
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Gasotransmissores | Lipopolissacarídeo (LPS) | Macrófagos THP-1 | Resposta inflamatória | sulfeto de hidrogênio (H2S) | Gasotransmissores

Resumo

O sulfeto de hidrogênio (H2S) é um mediador gasoso produzido endogenamente por diversas células, incluindo macrófagos, por meio das enzimas CSE, CBS e 3-MST. Evidências indicam que o H2S pode exercer efeitos moduladores da resposta inflamatória, mas os mecanismos envolvidos ainda não estão completamente compreendidos. Este projeto tem como objetivo investigar o papel do H2S endógeno na resposta inflamatória em macrófagos THP-1 diferenciados, tanto em condições basais quanto após estímulo com lipopolissacarídeo (LPS). Após diferenciação dos monócitos THP-1 em macrófagos, as células serão tratadas com LPS por 24 horas, com ou sem pré-tratamento com inibidores da biossíntese de H2S (DL- propargilglicina - PAG ou ácido amino-oxo-butanoico - BCA). A produção de H2S será quantificada em homogenatos celulares pelo método de formação de sulfeto de chumbo (PbS). A expressão proteica das enzimas produtoras de H2S (CBS, CSE, 3-MST) e da enzima iNOS será analisada por western blot. A resposta inflamatória será avaliada por meio da dosagem de citocinas pró-inflamatórias (IL-1beta, TNF-alfa, IL-6) por ELISA, e da produção de óxido nítrico (NO), quantificada indiretamente pelo método de Griess. Para garantir que os efeitos observados não sejam decorrentes de toxicidade celular, serão realizados ensaios de viabilidade celular (MTT) e integridade de membrana (atividade da LDH). Os resultados esperados podem contribuir para a compreensão do papel do H2S no controle da inflamação, fornecendo subsídios para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas em doenças inflamatórias.

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