| Processo: | 25/19511-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Silvia Renata Gaido Cortopassi |
| Beneficiário: | Heitor Alves de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Monitoramento Saguis Anestesiologia veterinária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agente dissociativo | contenção química | monitoração | sagüis | Sedativo | Anestesiologia Veterinária |
Resumo Os saguis (Callithrix sp.) são pequenos primatas neotropicais endêmicos do Brasil, com área de ocorrência ampla, incluindo o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga, e, por sua característica invasora, também vem sendo encontrada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Devido à fragmentação de habitats pela ação antrópica, ao tráfico de animais selvagens e à popularização da criação desta espécie como pet, sua casuística tem aumentado como um todo, tanto em centros de triagem de animais silvestres, como em clínicas e instituições particulares. Este cenário torna necessária a contenção química para manejo adequado e seguro dos animais em procedimentos clínicos, cirúrgicos e diagnósticos. Entretanto, os efeitos deletérios dos fármacos utilizados sobre o sistema cardiorrespiratório suscitam a importância da monitoração transanestésica e trazem à luz a discussão acerca dos protocolos anestésicos mais adequados para a contenção química destes animais. O presente estudo visa, portanto, avaliar os efeitos de dois protocolos anestésicos distintos sobre os parâmetros cardiorrespiratórios e eletrocardiográficos em saguis adultos hígidos. Os animais incluídos no experimento serão oriundos do Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (CeMaCAS) da Divisão de Fauna Silvestre da Prefeitura de São Paulo, em fase final de reabilitação, aguardando destinação. Em design prospectivo, aleatorizado e cruzado, cada animal será contido em duas ocasiões distintas, com intervalo mínimo de 15 dias entre elas, de modo a compor dois grupos: indivíduos contidos quimicamente com a associação cetamina-midazolam (GCM; n = 10) e indivíduos contidos quimicamente com a associação cetamina-dexmedetomidina (GCD; n = 10). Em ambas as ocasiões, os animais serão contidos fisicamente de forma manual e em seguida quimicamente. No GCM, serão administradas as doses de 10 mg/kg de cetamina (50mg/ml) e 1 mg/kg de midazolam (5mg/ml), via intramuscular. Já no GCD, serão administradas as doses de 10 mg/kg de cetamina e 10µg/kg de dexmedetomidina (0,5mg/ml), também por via intramuscular. Em seguida, será realizado exame eletrocardiográfico (obtenção de frequência cardíaca, ritmo cardíaco, eixo elétrico médio, morfologia das ondas P, QRS e T e intervalos PR e QTc), e serão mensuradas a frequência respiratória, saturação periférica de oxigênio e temperatura retal. A partir do presente estudo, pretende-se avaliar e comparar os dois diferentes protocolos anestésicos no manejo de contenção química de saguis. | |
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