| Processo: | 25/20128-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Marcos Hortes Nisihara Chagas |
| Beneficiário: | Marina Vieira Lima de Candia |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Empatia Felicidade Pessoal de saúde Saúde mental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | empatia | Felicidade | Profissionais de Saúde | Saúde Mental | Psiquiatria |
Resumo O projeto investiga a relação entre felicidade, empatia e prejuízos psicológicos em profissionais da saúde mental, comparando-os com profissionais da saúde física e da área administrativa. A felicidade, entendida como resultado de fatores psicológicos, sociais, físicos e demográficos, é um tema de crescente interesse na psicologia positiva. A empatia, essencial nas interações humanas e no cuidado em saúde, pode tanto favorecer vínculos terapêuticos quanto aumentar a vulnerabilidade ao estresse e ao burnout. A literatura aponta lacunas quanto à correlação entre empatia e felicidade, sobretudo em contextos de trabalho de longo prazo com sofrimento humano.O estudo tem caráter observacional, transversal e comparativo, com amostra de três grupos (mínimo de 30 participantes cada): profissionais de saúde mental, de saúde física e de TI/administração. Serão aplicados questionários sociodemográficos e instrumentos validados, incluindo escalas de felicidade subjetiva, empatia, satisfação com a vida, resiliência, apoio social, espiritualidade e rastreamento de transtornos mentais. A análise estatística será realizada no SPSS 23.0, adotando significância de p<0,05.Espera-se identificar diferenças nos níveis de empatia, felicidade e bem-estar entre os grupos, além de correlações entre variáveis sociodemográficas e psicológicas. A hipótese central é que profissionais da saúde mental apresentem maiores níveis de empatia, mas também maior vulnerabilidade a prejuízos psicológicos, o que pode impactar seu bem-estar subjetivo. Os resultados poderão contribuir para estratégias de promoção da saúde mental e prevenção de esgotamento entre profissionais de saúde. (AU) | |
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