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Do empirismo a filosofia do futuro: Hume, Deleuze, e a imaginação como crítica da representação

Processo: 25/20056-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Metafísica
Pesquisador responsável:Débora Cristina Morato Pinto
Beneficiário:Lucas Pinheiro de Oliveira
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Empirismo   Ficção   Imaginação   Subjetividade
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Crítica da representação | empirismo | ficção | Imagem do pensamento | Imaginação | subjetividade | Filosofia francesa contemporânea

Resumo

Este projeto tem por objetivo investigar o papel do conceito de imaginação na filosofia de David Hume, a partir da leitura desenvolvida por Gilles Deleuze, especialmente em Empirismo e Subjetividade (1953), no artigo de 1973 sobre Hume e no prólogo de Diferença e Repetição (1968). Parte-se da hipótese de que Deleuze encontra, no conceito humeano de imaginação, não apenas uma alternativa epistemológica ao racionalismo clássico, mas também um operador crítico capaz de subverter a imagem representacional do pensamento, centrada na identidade, na negatividade e na figura do sujeito. Nesse sentido, busca-se compreender de que modo a imaginação permite a Deleuze construir uma nova imagem do pensamento, fundada na diferença, na repetição e na ficcionalização conceitual. A pesquisa será conduzida por meio de uma análise exegética e comparativa, com foco em Empirismo e Subjetividade, complementada pela consideração das reaparições do tema-Hume em obras posteriores de Deleuze, com base na metodologia proposta por Éric Alliez, que sugere percorrer os textos deleuzianos em busca da força intensiva dos problemas que retornam ao longo da obra. O projeto pretende, assim, esclarecer o lugar estratégico da imaginação na crítica deleuziana à representação e evidenciar sua função como dispositivo de criação filosófica, contribuindo para a compreensão do projeto de uma "filosofia do futuro". (AU)

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