| Processo: | 25/23847-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Flávio Vieira Loures |
| Beneficiário: | Diego Vinícius Alves da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 25/13771-2 - Caracterização do potencial antifúngico do ácido úsnico e da alizarina sobre leveduras do Paracoccidioides brasiliensis., AP.R |
| Assunto(s): | Antifúngicos Micoses Paracoccidioidomicose Micologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acido úsnico | alizarina | Antifungicos | micoses | paracoccidioidomicose | Micologia |
Resumo A paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica endêmica na América do Sul, especialmente no Brasil, cujo tratamento atual com antifúngicos como anfotericina B e itraconazol apresenta limitações, como longa duração e efeitos adversos significativos. A anfotericina B, em particular, está associada a toxicidades renal, hepática e hematológica, o que pode comprometer a adesão e a recuperação dos pacientes. Nesse cenário, compostos naturais como a alizarina e o ácido úsnico têm surgido como alternativas terapêuticas promissoras, demonstrando atividade antimicrobiana contra diversos fungos, incluindo Candida spp., Cryptococcus spp., Aspergillus spp., Malassezia furfur, Microsporum gypseum e Trichophyton mentagrophytes. O ácido úsnico, derivado de dibenzofurano presente em líquens do gênero Usnea, e a alizarina, uma antraquinona extraída de plantas, também possuem propriedades antioxidantes, antileucêmicas e antivirais. Este projeto visa caracterizar o potencial antifúngico desses compostos frente ao Paracoccidioides brasiliensis, por meio de ensaios in vitro para avaliar atividade fungistática e fungicida, com base em densidade óptica, citometria de fluxo e unidade formadoras de colônia (UFC). Se eficazes, serão avaliados em modelo murino de PCM, com análise histológica e de determinação de UFC em órgãos-alvo de camundongos tratados ou não com os compostos. Resultados preliminares indicam redução significativa de colônias após 24h de tratamento com os dois compostos, com desempenho comparável ao da anfotericina B, justificando a execução do estudo. | |
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