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Interação entre microplásticos e paracetamol em cenários de aquecimento global: efeitos na fisiologia reprodutiva de Astyanax lacustris

Processo: 25/15572-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2028
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Renata Guimarães Moreira Whitton
Beneficiário:Gabriela Brambila de Souza
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/13478-0 - Impacto das mudanças antropogênicas na fauna: contribuições da Fisiologia da Conservação, AP.TEM
Assunto(s):Aquecimento global   Contaminantes emergentes   Ecotoxicologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:aquecimento global | contaminantes emergentes | disfunção endócrina | Ecotoxicologia

Resumo

A crescente presença de contaminantes de preocupação emergente (do inglês, Contaminants of Emerging Concern, CECs), como microplásticos (MPs) e fármacos, em ambientes aquáticos representa uma ameaça significativa à biota, especialmente sob a influência das mudanças climáticas. Este projeto tem como objetivo avaliar os efeitos isolados e combinados do polietileno tereftalato (PET) e do paracetamol, principal fármaco presente nos corpos d'água, sobre a fisiologia reprodutiva do teleósteo neotropical Astyanax lacustris, sob duas condições térmicas distintas. Serão analisados biomarcadores relacionados à regulação da reprodução, com foco no eixo hipotálamo-hipófise-gônadas, incluindo parâmetros moleculares, hormonais e histológicos, em exposições de curta duração. A hipótese deste projeto é que a exposição a esses contaminantes, sobretudo em temperaturas elevadas, induza desregulações endócrinas, alterações no desenvolvimento embrionário e prejuízos reprodutivos. A utilização de concentrações ambientalmente realistas e de um modelo experimental ecologicamente relevante visa ampliar o entendimento dos riscos ecológicos desses poluentes e contribuir com subsídios científicos para políticas públicas, estratégias de mitigação e avanços na regulamentação ambiental, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 14 - Vida na Água.

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