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Um estudo da ironia e do humor presentes na Literatura Investigativa: uma leitura comparada de The hound of the baskervilles (1902), de Doyle e Le chien jaune (1931), de Simenon.

Processo: 25/20681-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Data de Início da vigência: 26 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 17 de fevereiro de 2026
Área de conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literatura Comparada
Pesquisador responsável:Daniela Mantarro Callipo
Beneficiário:Vitor de Camargo Lancieri
Supervisor: Demoulin Laurent
Instituição Sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Instituição Anfitriã: Université de Liège (ULg), Bélgica  
Vinculado à bolsa:24/07548-6 - Um estudo da ironia e do humor presentes na Literatura Investigativa: uma leitura comparada de The hound of the baskervilles (1902), de Doyle e Le chien jaune (1931), de Simenon., BP.MS
Assunto(s):Humor   Ironia   Romance policial
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Conan Doyle | Georges Simenon | humor | ironia | Literatura Comparada | romance policial | Literatura Policial

Resumo

Sherlock Holmes, personagem criada por Arthur Conan Doyle, não foi o primeiro detetive a surgir no universo das narrativas-enigma; porém, talvez seja o mais famoso e conhecido pelos leitores, que chegam até a acreditar que ele tenha sido uma pessoa real. Outra grande personagem do mundo detetive é Jules Maigret, criado por Georges Simenon. Diferentemente de Holmes, Maigret surgiu em uma época conturbada, após a primeira Guerra Mundial, e procurava encontrar os motivos pelos quais os criminosos cometiam irresponsabilidades. Simenon pretendia entender e acolher esses infratores, colocando seu detetive e leitores contra o sistema desumanizador da época. Neste trabalho, o que irá se comparar é a presença da ironia e do humor presentes em dois romances: The hound of the baskervilles (1902), de Doyle e Le chien jaune (1931), de Simenon, a fim de se observar de que modo se manifestam e qual a sua função nas narrativas. Para se atingir tais objetivos, serão utilizados os estudos sobre o humor, de Bremer e Roodenburg (2000), Saliba (2017) e Bergson (1983), sobre a ironia, de Alavarce (2009), Hutcheon (2000) e Muecke (1995) e sobre o romance policial de Lins (1953), Todorov (2006), Narcejac (1991) e Mandell (1988).

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