| Processo: | 25/15210-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Natalia Gomes Gonçalves |
| Beneficiário: | Ellis Spindola Ludtke |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ressonância magnética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atnv | Resiliência cognitiva | Ressonância Magnética | Superidosos | Epidemiologia do envelhecimento |
Resumo A expectativa de vida mundial aumentou nos últimos anos, o que contribui para o crescimento da prevalência da demência. Atualmente, não existem tratamentos eficientes para a demência, porém estima-se que 45% dos casos de demência no mundo possam ser prevenidos através do controle de 14 fatores de risco modificáveis. A educação formal é um desses fatores e o principal marcador de resiliência cognitiva, que engloba os conceitos de reserva cognitiva, reserva cerebral e manutenção cerebral. Superidosos, definidos como indivíduos com 80 anos ou mais que mantêm a capacidade de memória episódica de um adulto saudável de 20-30 anos mais jovem são exemplos notáveis de resiliência cognitiva. Apesar dos avanços dos estudos sobre resiliência cognitiva em superidosos, a maioria das pesquisas é transversal, o que limita a compreensão sobre as trajetórias cognitivas ao longo do tempo. Assim, o presente estudo tem como objetivo comparar longitudinalmente a cognição e as mudanças estruturais cerebrais dos superidosos e dos idosos de cognição típica, a fim de compreender fatores que contribuem para a preservação da memória ao longo dos anos. Para isso, serão utilizados os dados do Alzheimer's Disease Neuroimaging Initiative (ADNI). Serão realizadas regressões lineares mistas para analisar a associação de educação formal e complexidade ocupacional com declínio cognitivo e mudanças estruturais cerebrais. Além disso, será conduzida uma análise de mediação para investigar o papel das alterações estruturais cerebrais nas trajetórias cognitivas. Espera-se que os resultados deste estudo forneçam subsídios relevantes para políticas públicas de prevenção de demência, além de ampliar o conhecimento sobre resiliência cognitiva no envelhecimento. (AU) | |
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