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Transição Epitélio-Mesenquimal no Câncer de Pulmão de Pequenas Células: Conexões Biológicas e Valor Prognóstico

Processo: 25/21808-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Saulo Brito Silva
Beneficiário:Ruan Dias Barbosa
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Imuno-histoquímica   Prognóstico   Transição epitelial-mesenquimal   Oncologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carcinoma pulmonar de pequenas células | imunohistoquimica | infiltrado imune | prognóstico | subtipos moleculares | transição epitélio-mesenquimal | Oncologia

Resumo

O carcinoma pulmonar de pequenas células (CPPC) permanece uma neoplasia altamente agressiva, com prognóstico reservado, apesar dos avanços terapêuticos recentes. A recente classificação molecular baseada nos fatores de transcrição ASCL1, NEUROD1, POU2F3 e YAP1 permite a definição de fenótipos neuroendócrinos distintos, revelando a heterogeneidade biológica do CPPC. Há evidências de que fenótipos neuroendócrinos possam se associar a perfis diferenciais de transição epitélio-mesenquimal (EMT), processo fundamental na progressão tumoral, na resistência terapêutica e no prognóstico clínico. No entanto, a relação entre nova classificação molecular e padrões diferenciais de EMT, bem como seu impacto clínico em termos de resposta terapêutica e de prognóstico, permanece pouco explorada.O presente estudo propõe avaliar amostras de pacientes com CPPC atendidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HC-FMRP-USP). A análise imunohistoquímica incluirá marcadores de EMT (E-caderina, Vimentina, Actina de Músculo Liso, ¿-catenina e N-caderina) e de infiltrado imune tumoral (CD8 e FOXP3). Serão investigadas as associações entre os perfis de EMT e variáveis clínicas e prognósticas, incluindo estadiamento ao diagnóstico, presença de metástases no sistema nervoso central, resposta terapêutica e sobrevida. Além disso, será explorada a correlação entre fenótipos de EMT e subtipos moleculares de CPPC, com o objetivo de avaliar seu potencial valor prognóstico e translacional.

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