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Avaliação das diferenças nas concentrações do hormônico anti mulleriano e folículo estimulante e da proteômica do secretoma do fluido folicular de éguas jovens e idosas

Processo: 25/00974-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Fernanda Saules Ignácio
Beneficiário:Letícia Sayuri Setoguchi
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Equinos   Fluido folicular   Oócitos   Secretoma
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:equinos | Fluido Folicular | oócito | Secretoma | Reprodução Equina

Resumo

A produção in vitro de embriões (PIVE) tem ganhado destaque com o avanço da injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). A maturação in vitro (MIV) é etapa essencial no processo de fertilização, porém as taxas em equinos ainda são baixas. A maturação é influenciada pelo microambiente folicular, cujas proteínas podem desempenhar papel importante. Com o envelhecimento, alterações no fluido folicular (FF) afetam a competência oocitária. Hormônios como FSH e AMH, marcadores de fertilidade e reserva ovariana, variam com a idade, influenciando a composição proteica folicular. Este estudo objetiva identificar e quantificar proteínas do FF de éguas jovens e idosas por fracionamento por peso molecular, dosar FSH e AMH no FF e plasma, e avaliar a competência oocitária pela taxa de MIV e qualidade citoplasmática. Serão utilizadas 20 éguas (10 jovens ¿10 anos; 10 idosas ¿18 anos). O ciclo estral será monitorado por ultrassonografia, com contagem folicular antes da indução da ovulação (edema ¿2; folículo ¿35 mm). Após 24 h serão coletados FF, sangue e oócitos subordinados. O FF será fracionado por peso molecular (filtro Amicon®) e analisado por espectrometria de massas. As dosagens hormonais serão realizadas por ELISA. Os oócitos serão maturados por 30 h e avaliados quanto à progressão meiótica (extrusão do primeiro corpúsculo polar) e qualidade citoplasmática por coloração FITC-LCA. (AU)

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