| Processo: | 25/14518-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Mariana Cabral de Oliveira |
| Beneficiário: | Giovanna Janiques Rego Barros |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Algas marinhas Biodiversidade Rhodophyta Algologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | algas marinhas | Biodiversidade | DNA Barcodes | Ilhas Oceânicas | Rhodophyta | Ficologia |
Resumo As ilhas oceânicas brasileiras representam ambientes isolados geograficamente e que favorecem o surgimento de espécies endêmicas formando uma biodiversidade única. Entre os principais componentes desses ecossistemas marinhos estão as algas vermelhas (Rhodophyta), um dos grupos mais diversos de macroalgas e que desempenha um papel crucial como produtoras primárias em regiões costeiras, estruturando habitats marinhos e sustentando a rica fauna associada a esses locais tão isolados. Por serem sensíveis a mudanças ambientais, as Rhodophyta podem ser usadas como bioindicadores, capazes de refletir alterações nos ecossistemas marinhos costeiros, especialmente em áreas sujeitas à influência antrópica, como turismo e pesca, e mudanças climáticas. Apesar de sua grande importância ecológica, o conhecimento sobre a diversidade e distribuição das Rhodophyta em ilhas oceânicas brasileiras ainda é muito limitado. Isso se deve tanto à dificuldade de acesso e coleta nestas ilhas, como também, à dificuldade de identificação morfológica dessas algas, que frequentemente exibem grande plasticidade fenotípica ou diversidade críptica. Assim, torna-se essencial o uso de abordagens integradas que combinem dados morfológicos e moleculares, como o DNA barcoding, que tem se mostrado uma ferramenta eficaz para revelar espécies crípticas e melhorar a precisão taxonômica. Esta proposta inclui comparações com levantamentos prévios da ficoflora local, permitindo avaliar alterações na composição e distribuição das espécies ao longo do tempo. Os dados gerados contribuirão para preencher lacunas no conhecimento sobre as algas vermelhas nesses ambientes e fornecerão subsídios valiosos para ações de conservação e monitoramento da biodiversidade marinha nas ilhas oceânicas do Brasil. (AU) | |
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