Busca avançada
Ano de início
Entree

Potencial bioativo da cera de cana-de-açúcar brasileira: atividade antioxidante e antiglicante

Processo: 25/16313-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Maria Aliciane Fontenele Domingues
Beneficiário:Thais Vitoria Tonin Pereira
Instituição Sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Antioxidantes   Compostos bioativos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:atividade antioxidante | cera de cana-de-açúcar | policosanol | Produtos finais de glicação avançada (AGEs) | Compostos bioativos

Resumo

Espécies reativas e a glicação não-enzimática afetam a fisiologia celular, acelerando o envelhecimento e o surgimento de doenças crônicas, como diabetes e Alzheimer. O controle desses mecanismos é fundamental, e a pesquisa científica busca continuamente soluções eficazes e de origem natural. Nesse contexto, a cera da cana-de-açúcar emerge como um recurso promissor por ser um subproduto agrícola, da cana-de-açúcar, abundante no Brasil, e que contém policosanol, uma mistura de álcoois graxos alifáticos longos. Sua estrutura química permite potente atividade antioxidante e a capacidade de inibir a formação de Produtos Finais de Glicação Avançada (AGEs). O potencial terapêutico do policosanol é significativo. Além de estudos indicarem seu papel no controle do colesterol, suas ações antioxidantes e antiglicantes abrem perspectivas para a prevenção do envelhecimento e de diversas patologias. A possibilidade de um bioativo natural com proteção contra o dano celular e efeitos anti-inflamatórios justifica a relevância de sua investigação. Portanto, este projeto visa avaliar as atividades antioxidante e antiglicante da cera de cana-de-açúcar brasileira. A metodologia inclui a extração da cera da casca da cana, ensaios de atividade antioxidante (DPPH e ABTS) e ensaios antiglicantes in vitro com proteína (BSA). Este estudo busca validar uma alternativa natural e sustentável para a saúde, agregando valor a um resíduo da agroindústria. Espera-se que a cera de cana-de-açúcar apresente efeitos antiglicantes e antioxidantes significativos.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Mais itensMenos itens
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)