| Processo: | 25/15687-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Anselmo Moreira |
| Beneficiário: | Patricia Menezes Ferreira Rodrigues |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estresse abiótico Mata Atlântica Mudança climática Poluição atmosférica Sazonalidade Ecologia de interações |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresse abiótico | Mata Atlântica | Mudanças Climáticas | Poluição atmosférica | sazonalidade | Ecologia de interações |
Resumo A intensificação das mudanças climáticas pode exacerbar dois importantes estressores abióticos para as plantas: a seca e a poluição atmosférica. Esses fatores afetam diretamente o desempenho fisiológico das plantas e podem induzir ajustes significativos no metabolismo primário e na emissão de compostos orgânicos voláteis biogênicos (COVBs). Casearia sylvestris Sw. (Salicaceae), espécie nativa da Mata Atlântica, tem demonstrado potencial tolerância à poluição atmosférica e vem sendo investigada pelo grupo do projeto BIOMASP+. Dados preliminares indicam que a sazonalidade exerce maior influência sobre o metabolismo foliar dessa espécie do que os diferentes níveis de influência antrópica em fragmentos urbanos da Região Metropolitana de São Paulo. Em outro estudo, realizado com mudas expostas ao ozônio em câmara de fumigação, não foram observadas alterações relevantes na emissão de COVBs. Com base nesse contexto, o presente projeto propõe avaliar, em ambiente controlado, os efeitos do ozônio, da seca e da interação entre ambos sobre o metabolismo primário e a emissão de COVBs em mudas de C. sylvestris. Para isso, serão conduzidos experimentos em câmaras de fumigação com quatro grupos experimentais: controle, seca, ozônio e seca + ozônio. Ao final do período experimental (três semanas), os COVBs serão coletados e analisados por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (CG-EM), e amostras foliares serão submetidas à metabolômica também por CG-EM. Espera-se que os resultados elucidem possíveis vínculos bioquímicos entre o metabolismo primário e a biossíntese de COVBs, contribuindo para a compreensão dos mecanismos de tolerância de espécies nativas frente a estresses abióticos comuns em ambientes urbanos. | |
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