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Compreensão de linguagem do tipo ironia por crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista

Processo: 25/23846-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Natalia Freitas Rossi
Beneficiário:Tainara Gabriela do Couto Soares
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Desenvolvimento da linguagem   Transtorno do espectro autista   Linguagem
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:desenvolvimento da linguagem | Fonoaudiologia | Transtorno do Espectro Autista | Linguagem

Resumo

A compreensão da linguagem figurada do tipo ironia constitui um marco importante no desenvolvimento das habilidades pragmáticas e da cognição social. No caso de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), essas habilidades configuram áreas de fragilidade amplamente documentadas na literatura, parte das dificuldades de comunicação social. Entretanto, os mecanismos multimodais subjacentes à compreensão da linguagem não literal em pessoas com TEA ainda são pouco conhecidos. O presente estudo tem como objetivo investigar a compreensão de ironia em crianças e adolescentes com TEA, com ênfase na relação entre pistas prosódicas e contextuais, com vistas à considerando o efeito de diferentes tipos de violação de normas contextuais (morais, sociais e de preferência pessoal) e níveis de saliência prosódica. A amostra será composta por 20 participantes com TEA, sem deficiência intelectual, entre 8 e 15 anos. O grupo comparativo será formado por 20 crianças e adolescentes neurotípicos, mesma idade e sexo do grupo amostral. A tarefa experimental consistirá na apresentação oral de 12 histórias curtas, gravadas e acompanhadas de figuras, com variação quanto ao tipo de contexto, reação do personagem (elogio ou crítica literal/irônica) e tipo de prosódia (exagerada ou neutra). A resposta do participante será registrada por meio da escolha de figura (apontar) e rastreamento ocular. O desempenho será analisado pelo número de acertos em função do tipo de contexto e da prosódia, utilizando o software IBM SPSS Statistics, com nível de significância de 5% (¿ = 0,05). Espera-se que os resultados contribuam para a compreensão dos mecanismos multimodais envolvidos no processamento da ironia no TEA, oferecendo evidências relevantes para o aprimoramento das práticas de avaliação e intervenção fonoaudiológica voltadas ao refinamento das habilidades comunicativas dessa população. (AU)

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