| Processo: | 25/25694-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 06 de abril de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Eliane Namie Miyaji |
| Beneficiário: | Adriano Palharini de Araújo |
| Supervisor: | Daniela Mulari Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Oxford, Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 25/06749-0 - Vesículas extracelulares como vacina contra Streptococcus pneumoniae, BP.DR |
| Assunto(s): | Streptococcus pneumoniae Vacinas Vesículas extracelulares Desenvolvimento de vacinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Modelo de desafio experimental em humanos | Streptococcus pneumoniae | Vacina | vesículas extracelulares | Desenvolvimento de vacinas |
Resumo Streptococcus pneumoniae é um importante patógeno humano responsável por alta morbidade e mortalidade em todo o mundo. Ele coloniza assintomaticamente a nasofaringe humana, uma etapa crítica para a transmissão e progressão para doenças invasivas. Estudos in vitro demonstraram que a bactéria libera vesículas extracelulares pneumocócicas (pEVs), que contêm proteínas de superfície e fatores de virulência capazes de modular a resposta imune do hospedeiro. No entanto, a presença e o papel dessas vesículas durante a colonização humana permanecem incertos. Este projeto visa avaliar a produção de pEVs in vivo, estabelecendo um método para o isolamento e identificação de pEVs em amostras de lavado nasal obtidas de voluntários de estudos que utilizam o modelo de Colonização Pneumocócica Experimental em Humanos (EHPC) na Universidade de Oxford. A abordagem experimental combina centrifugação diferencial, separação por gradiente de densidade e cromatografia de exclusão por tamanho, seguidas por western blot, microscopia eletrônica e confirmação da origem pneumocócica por PCR. A identificação de pEVs em amostras humanas poderá trazer informações importantes sobre as interações patógeno-hospedeiro, esclarecendo os mecanismos de colonização, evasão imunológica e transmissão. Além disso, essas descobertas podem orientar o desenvolvimento de novas estratégias de vacinação baseadas em pEVs. (AU) | |
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