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Sinergias e trade-offs entre compartilhamento e segregação do verde urbano na ocorrência de doenças zoonóticas e não-transmissíveis

Processo: 25/26182-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Jean Paul Walter Metzger
Beneficiário:Douglas William Cirino
Instituição Sede: Instituto de Estudos Avançados (IEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/06694-8 - BIOTA SÍNTESE - Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, AP.BTA.NPOP
Assunto(s):Ecologia da paisagem   Ecologia urbana
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ecologia da paisagem | ecologia de doenças | Ecologia urbana | Ecologia Urbana

Resumo

A presença de áreas verdes em paisagens urbanas é essencial para a provisão de uma série de serviços ecossistêmicos e são por definição Soluções Baseadas na Natureza para uma porção de problemas intensificados pela urbanização. Esse verde urbano por estar distribuído de diferentes formas no espaço, tanto em termos de estratificação socioambiental, quanto em termos de configuração da paisagem. Um grande corpo de evidências associa a presença do verde à prevenção de doenças não-transmissíveis, como as cardiovasculares e psicológicas, por outro lado, a presença do verde não manejado pode aumentar desserviços, como a proliferação de vetores de doenças, como roedores e mosquitos. Apesar de bem estabelecidos, esses estudos falham em investigar se arranjos mais agregados (land sharing) ou arranjos mais compartilhados (land sparing) fortalecem a prevenção de quais tipos de doenças. Algumas evidências apontam para uma mistura de verde aumentando a provisão de serviços ecossistêmicos culturais, pela presença do verde no dia a dia dos moradores, diminuindo ocorrências cardiovasculares. Por outro lado, esse verde próximo também pode aumentar o risco de proliferação de vetores próximo às pessoas. Para a cidade de São Paulo existem consistentes bases de dados de uso e cobertura do solo, bem como de ocorrência de vetores e de ocorrência de doenças de diferentes naturezas, sendo possível modelar esses dados espacialmente, contribuindo para políticas públicas e respondendo à pergunta: existe uma paisagem urbana balanceada ideal para o controle de zoonoses e também o a prevenção de doenças não-transmissíveis? (AU)

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