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Estudo da ablação dos receptores de GH e IGF-1 em células ependimárias sobre o transporte destes hormônios para o sistema nervoso central, a regulação do eixo somatotrófico e a integridade da barreira hematoencefálica

Processo: 25/21151-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de março de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2030
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Jose Donato Junior
Beneficiário:Filipe Menezes Bezerra
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/21641-9 - O eixo somatotrófico como regulador essencial de aspectos neuroendócrinos, metabólicos e neurológicos: do nascimento à senescência, AP.TEM
Assunto(s):Barreira hematoencefálica   Hormônio do crescimento   Neuroinflamação   Neurofisiologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Barreira hematoencefálica | eixo somatotrófico | hormônio do crescimento | Neuroinflamação | Neurofisiologia

Resumo

O eixo somatotrófico, composto pelo hormônio do crescimento (GH) e pelo fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), é essencial para o crescimento, metabolismo, além de apresentar funções neuroprotetoras. Alterações nesse eixo podem afetar múltiplos processos fisiológicos e a predisposição a doenças. Estudos mostram que o GH e o IGF-1 podem atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e atuar em células do sistema nervoso central (SNC). Todavia, os mecanismos de transporte desses hormônios da corrente sanguínea para o cérebro ainda não são bem compreendidos. Este projeto busca investigar os mecanismos pelos quais o GH e o IGF-1 entram no SNC e modulam aspectos centrais regulados por esses hormônios, por meio de modelos de camundongos knockout específicos para os receptores de GH (GHR) e IGF-1 (IGF-1R) em tanicitos, células ependimárias altamente especializadas, e demais células adjacentes ao líquido cefalorraquidiano (LCR). Serão usados vetores virais para induzir a ablação do GHR e IGF-1R nesses tipos celulares, por meio de injeção intracerebroventricular. Após a injeção dos vetores virais, avaliaremos a secreção pulsátil de GH, níveis de IGF-1, crescimento corporal e marcadores de permeabilidade da BHE. Técnicas como ELISA, imunofluorescência, microscopia confocal e PCR em tempo real serão utilizadas. O estudo também empregará modelos com excesso ou deficiência de GH/IGF-1 para avaliar a importância desses hormônios no controle da integridade da BHE e possíveis implicações para doenças neurológicas e neuroinflamação. Este projeto pode desvendar os mecanismos de feedback do eixo somatotrófico e revelar alvos terapêuticos para distúrbios metabólicos e neuroinflamatórios. (AU)

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