| Processo: | 25/25376-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Marcos William de Lima Gualque |
| Beneficiário: | Aline Ruan Wu |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Antifúngicos Biofilmes Criptococose Cryptococcus neoformans Fatores de virulência Micologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade antifúngica | Biofilmes | Criptococose | Cryptococcus neoformans | Fatores de virulência | Micologia |
Resumo Cryptococcus neoformans é um patógeno oportunista causador da criptococose e da meningite criptocócica, responsável por milhares de mortes, apresentando alta taxa de mortalidade e maior recorrência em pacientes imunocomprometidos. Tendo em vista que o fungo encapsulado possui a capacidade de formar biofilmes e a produção de diversos fatores de virulência, dificulta a ação dos agentes antifúngicos disponíveis. Além disso, o tratamento convencional utiliza-se antifúngicos que apresentam alta toxicidade, como a anfotericina B (AmB) e o fluconazol, podendo causar danos hepáticos e renais. Nesse contexto, emerge a necessidade de novos candidatos antifúngicos para o tratamento da criptococose e da meningite criptocócica, com isso, este trabalho visa avaliar as atividades dos derivados de compostos indólicos, buscando uma alternativa promissora contra as formas planctônicas e de biofilmes de C. neoformans, e ainda, explorar a segurança e toxicidade farmacológica desses compostos. Dessa forma, será realizado a citotoxicidade dos indólicos e ainda será determinado a atividade antifúngica, através da Concentração Inibitória Mínima (CIM) e Concentração Fungicida Mínima (CFM). Para isso, serão utilizadas células THP-1, MRC-5 e A549 para a formação do esferoide pulmonar, em que será feito uma infecção de Cryptococcus nas células tridimensionais (3D) e de monocamada (2D), e em seguida, serão tratadas pelos derivados indólicos. Ademais, serão utilizadas as larvas de Galleria mellonella para realizar os ensaios de morbidade e toxicidade, e, embriões de Zebrafish para identificar teratogenicidade, seguindo o guia ZEFT (Zebrafish embryo acute toxicity test). Os dados serão analisados estatisticamente. (AU) | |
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