| Processo: | 26/13426-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal |
| Pesquisador responsável: | Maurício Roberto Cherubin |
| Beneficiário: | João Paulo Bispo Santos |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/10573-4 - Centro de Pesquisa de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON), AP.CEPID |
| Assunto(s): | Mudança climática Restauração florestal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Floresta multifuncionais | Mudanças Climáticas | Soluções baseadas na natureza | Restauração florestal |
Resumo Os sistemas de produção de alimentos respondem por um terço das emissões globais antropogênicas de gases de efeito estufa. Uma oportunidade promissora para mitigar as emissões da agricultura e de outros setores é restaurar áreas marginais para a agricultura intensiva, bem como restaurar áreas para adequação legal, onde ecossistemas nativos podem sequestrar quantidades muito maiores de carbono do que outros usos da terra. Compreender o potencial de diferentes abordagens de restauração em paisagens agrícolas é, portanto, fundamental para planejar esquemas e políticas agriambientais tropicais integrados e eficazes.Neste projeto, exploraremos como a restauração de ecossistemas pode mitigar as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura. Serão integrados: (i) dados de campo sobre estoques de carbono em áreas restauradas passiva e ativamente; (ii) dados de sensoriamento remoto sobre cobertura arbórea; e (iii) mapas históricos de uso e cobertura da terra, a fim de modelar o potencial de sequestro de carbono pela restauração e compará-lo com as emissões do setor agrícola.Espera-se que a recente expansão da agricultura sobre pastagens extensivas no estado de São Paulo tenha sido acompanhada pela expansão de florestas nativas em áreas marginais à agricultura mecanizada, bem como pela restauração de florestas nativas ao longo de cursos d'água para atender à legislação ambiental. Esse processo de expansão florestal em paisagens agrícolas intensificadas pode ter compensado parcialmente as maiores taxas de emissão de gases de efeito estufa dos sistemas agrícolas mais intensivos. Por fim, serão exploradas abordagens alternativas de integração e separação entre áreas produtivas e áreas de conservação/restauração, visando maximizar as contribuições da restauração para o sequestro de carbono e outros serviços ecossistêmicos. (AU) | |
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