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Análise da composição de quasispecies na região não estrutural 5a do vírus da hepatite c em pacientes infectados com o genótipo 1 não respondedores ao tratamento com perginterferon

Processo: 06/52943-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Paula Rahal
Beneficiário:Lílian Hiromi Tomonari Yamasaki
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Vírus da hepatite C   Farmacorresistência viral

Resumo

O vírus da hepatite C (HCV) é considerado o maior causador de doenças hepáticas e é detectado em cerca de 2% da população mundial. O vírus possui um genoma de RNA fita simples com alta mutabilidade. Por isso, o HCV é classificado em seis genótipos e vários subtipos. Além disso, um mesmo indivíduo infectado apresenta uma mistura de vários genomas de seqüências diferentes, denominados quasispécies. As quasispécies possuem seqüências originadas de um mesmo genoma, que se diferenciaram ao acumularem mutações ao longo das replicações do vírus. O tratamento atualmente utilizado contra a hepatite C é baseado na administração de Peginterferon. No entanto, essa terapia não é totalmente eficiente, e nos casos de infecção pelo genótipo 1 do vírus, apenas cerca de 50% dos pacientes alcançam resposta virológica sustentada. O mecanismo de resistência do vírus ainda é desconhecido, mas estudos sugerem que pode estar relacionado à variabilidade do seu genoma, uma vez que a proporção de respondedores ao tratamento varia entre os diferentes genótipos do vírus. O genótipo 1 geralmente é associado a um dano hepático mais severo e a uma resistência viral acentuada. O objetivo deste estudo é analisar o perfil de quasispécies em pacientes infectados com o genótipo 1 do HCV que não responderam ao tratamento, pelo seqüenciamento completo da região NS5A do vírus. Os dados obtidos serão utilizados para auxiliar na compreensão do comportamento das variantes do vírus nos pacientes não-respondedores. (AU)