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Estudo da inibição da infecção causada por RSV através de cultura de célula hep2 na presença de glicosaminoglicanos (heparina e dextrana sulfatada)

Processo: 06/50699-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Paula Rahal
Beneficiário:Marcelo Luiz Rubio
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Vírus sinciciais respiratórios   Glicosaminoglicanos   Proteínas G   Infecções por Paramyxoviridae

Resumo

O vírus sincicial respiratório (RSV), pertencente ao gênero Pneumovirus da família Paramyxoviridae, são vírus envelopados de tamanho médio de 120 a 300nm, de simetria helicoidal, que apresenta um genoma de RNA fita simples não segmentado de polaridade negativa. Este genoma codifica 10 proteínas dentre as quais as glicoproteínas de membrana que são responsáveis pela infectividade do vírus. A proteína F em associação com a proteína G e SH é responsável pela fusão da membrana viral à célula que será infectada, ou seja, esta proteína proporciona a entrada e instalação do vírus na célula. Conhecer a forma de interação das proteínas da membrana viral com a célula que será infectada é importante para propor um mecanismo de inibição deste processo de infecção viral. Existem evidências que os glicosaminoglicanos são potenciais inibidores da infecção viral causada por vários vírus, A hipótese é que este processo de inibição ocorra devido à ligação dos glicosaminoglicanos às proteínas da membrana viral, mais especificamente na proteína G, que apresenta um domínio de ligação para heparina, impedindo desta forma que o vírus se ligue na célula hospedeira e o processo de infecção se inicie. O objetivo deste trabalho será verificar a atuação de glicosaminoglicanos como inibidor da infecção viral. Esta análise será realizada através de experimento de cultivo de células Hep 2 na presença destes glicosaminoglicanos (heparina e dextrana sulfatada) que serão inoculadas com o vírus sincicial respiratório do tipo A (RSVA) e analisados através da técnica de PCR e Imunofluorescência Indireta. (AU)