Busca avançada
Ano de início
Entree

Expressão diferencial de isoformas de óxido nítrico sintase e proteína tirosina fosfatase alfa em melanoma murino

Processo: 07/51193-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Hugo Pequeno Monteiro
Beneficiário:Rodrigo Barbosa de Aguiar
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Melanoma   Metástase neoplásica   Proliferação celular   Transdução de sinais   Óxido nítrico sintase   Expressão de proteínas   Biomarcadores tumorais

Resumo

O melanoma, uma das neoplasias com mais alta taxa de letalidade, resulta de alterações em proteínas envolvidas em vários mecanismos regulatórios do ciclo celular, levando a uma proliferação descontrolada das células que dão origem a esse tumor. Dentre as proteínas para as quais tem sido relatado envolvimento na progressão e metástase tumoral, encontra-se a óxido nítrico sintase (NOS), encontrada em três isoformas (induzível, neuronal e endotelial), responsável pela síntese de óxido nítrico, sinalizador celular altamente reativo, além da proteína-tirosina fosfatase alfa (RPTPα), enzima responsável pela hidrólise de grupos fosfatos em resíduos de tirosina, também portadora de envolvimento com a carcinogênese. Com base nisso, busca-se, nesse trabalho, identificar, por meto de estudos In vitro" e "in vivo", a expressão de NOS e da enzima RPTPα em melanoma murino, correlacionando-a com a capacidade de metastase do melanoma, utilizando-se, para isso, dois clones celulares (Nex2B e Nex2D da linhagem de melanoma B16F10-Nex2) com habilidades metastáticas contrastantes. Assim, a partir da análise dos resultados obtidos, será verificada a existência de uma possível interação entre tais enzimas e o desenvolvimento e metástase tumoral, possibilitando não apenas uma "expansão no conhecimento acerca das características celulares envolvidas na patogênese do melanoma como também a utilização dessas enzimas como possíveis marcadores tumorais e alvos terapêuticos. (AU)