Busca avançada
Ano de início
Entree

Caracterização de vias redox associadas a estresse do retículo endoplasmático sustentado induzido por homocisteína em células vasculares

Processo: 09/53331-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2009
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Francisco Rafael Martins Laurindo
Beneficiário:Phelipe Monteiro Felicio
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dissulfetos   Estresse do retículo endoplasmático   Estresse oxidativo   Homocisteína   NADPH oxidase   Espécies de oxigênio reativas

Resumo

Homocisteína gera disfunção endotelial pela convergência entre vias redox e estresse do retículo endoplasmático (RE). Estresse crônico do RE requer adaptações celulares pelas quais o estresse pode ser tolerado sem ser reprimido, ao longo de dias a anos. Como o estresse do RE se cronifica é ainda desconhecido, bem como se este quadro contribui para estresse oxidativo em várias doenças crônicas. Nossa pergunta é se estresse sustentado do RE pela homocisteína em células vasculares gera estresse oxidativo, que pode em parte ser ou não adaptativo. Os objetivos específicos são: 1) Desenvolver modelo de estresse crônico do RE induzido pela incubação de células musculares lisas vasculares de aorta de coelho por 72h com concentrações não-letais de Hcy no meio de cultura; 2) Avaliar em distintas etapas alterações na expressão de marcadores do Estresse do RE (expressão de chaperonas KDEL, CHOP, ATF4, fosforilação de elF2a e clivagem de XBP1), expressão da PDI, viabilidade celular e apoptose; 3) Investigar a ação de SOD e Catalase na expressão de marcadores de estresse do RE, PDI e marcadores de diferenciação celular, bem como na viabilidade celular e apoptose; 4) Avaliar a produção celular de ROS, níveis de glutationa reduzida e oxidada, bem como atividade da NADPH oxidase em fração de membrana e expressão do mRNA de Nox1 e Nox4. Estes resultados podem contribuir para o entendimento de mecanismos associados à disfunção vascular da hiperhomocisteinemia e deverão validar um modelo de estresse sustentado do RE aplicável a várias doenças para estudos mecanísticos e de prospecção de intervenções terapêuticas. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Academia Brasileira de Ciências elege novos membros