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A desigualdade sócio-espacial da mortalidade por doenças transmissíveis de notificação compulsória no município de São Paulo e a intervenção de enfermagem em saúde coletiva

Processo: 03/00812-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2003
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2003
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem de Saúde Pública
Pesquisador responsável:Lúcia Yasuko Izumi Nichiata
Beneficiário:Fernanda Tavares de Mello Abdalla
Instituição-sede: Escola de Enfermagem (EE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças transmissíveis   Mortalidade   Epidemiologia   Organização social   São Paulo (SP)

Resumo

O aumento do número de casos e conseqüente crescimento da mortalidade por doenças transmissíveis, algumas já conhecidas, como a cólera, a tuberculose e a dengue, e outras recentemente identificadas, como a aids, constitui uma ameaça a sociedade contemporânea. Esses agravos fazem parte de um dos temas mais complexos e diversificados da clínica e da epidemiologia. Pode-se elencar como fatores determinantes para a constituição do panorama epidemiológico atual, as alterações complexas dos ecossistemas, demográficas, comportamentais, econômicas, tecnológicas e políticas. Ou seja, estes determinantes retratam diversos aspectos da organização social, e econômica de cada país e sociedade e sua relação com a saúde e a doença tem se conformado num importante objeto de investigação, particularmente nos estudos de mortalidade. Analisando os óbitos ocorridos por doenças transmissíveis de notificação compulsória no município de São Paulo, este estudo busca descrever a mortalidade por esses agravos, segundo o coeficiente por faixa etária e por causas básicas, nos anos de 1990, 1996 e 2000 e a sua distribuição espacial, segundo indicadores selecionados de desigualdades sociais para o ano de 2002. (AU)