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Consequências do uso de hidroxiuréia na peroxidação lipídica em doentes falciformes

Processo: 09/01855-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Claudia Regina Bonini Domingos
Beneficiário:Lidiane de Souza Torres
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças hematológicas   Hemoglobinopatias   Hidroxiureia   Peroxidação de lipídeos   Antioxidantes

Resumo

O termo Doença Falciforme aplica-se às anemias hemolíticas hereditárias caracterizadas pela presença da hemoglobina (Hb) S, incluindo a anemia falciforme, as interações com talassemias e outras variantes de hemoglobina. Eritrócitos falciformes podem desencadear episódios inflamatórios, diminuir a sobrevida da hemácia e causar lesões vasculares, gerando as mais diferentes manifestações fenotípicas no portador. Os eritrócitos são suscetíveis ao estresse oxidativo e a membrana é um dos componentes celulares mais afetados pelas espécies reativas de oxigênio, devido à peroxidação lipídica. Contudo, as células possuem um sistema de defesa antioxidante para manter o equilíbrio entre os agentes óxido-redutores. Vários estudos têm demonstrado a eficácia no uso da hidroxiuréia na doença falciforme, que aumenta os níveis de hemoglobina fetal, amenizando os eventos de vaso-oclusão, transfusões e hospitalização. Considerando a resposta diferenciada ao uso de medicação e a peroxidação lipídica decorrente da presença da Hb S, objetivamos avaliar as consequências do uso de hidroxiuréia na peroxidação lipídica em doentes falciformes, comparados com um grupo controle pareado. (AU)