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Papel dos componentes da matriz extracelular na proliferação, diferenciação e função de ilhotas pancreáticas humanas

Processo: 99/11494-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2000
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2002
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Mari Cleide Sogayar
Beneficiário:Silvya Stuchi Maria-Engler
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:95/09344-4 - Ataque molecular ao controle da proliferação celular e origem de neoplasias, AP.TEM

Resumo

O implante/transplante de ilhotas pancreáticas isoladas e purificadas a partir de pâncreas de doadores cadavéricos constitui-se numa alternativa terapêutica promissora do Diabetes mellitus insulino-dependente (IDDM) ou tipo I, principalmente em relação ao transplante de órgão inteiro, onde o tecido acinar cobre cerca de 98% do parênquima, enquanto as ilhotas representam apenas 1 a 2%. O presente projeto tem, como objetivo, o aperfeiçoamento e otimização da tecnologia de isolamento, purificação e criopreservação de ilhotas pancreáticas humanas. Para tanto, propõe-se analisar os componentes da matriz extracelular (MEC) formadora do estroma pancreático (colágeno, laminina, eiastina, glicosaminoglicanos), de forma isolada ou conjugados, visando criar, in vitro, um ambiente que mimetize o tecido pancreático e que permita desenhar microcápsulas biocompatíveis. O desenvolvimento deste projeto, associado a outros, que estão em desenvolvimento por 2 bolsistas de DR da FAPESP, no laboratório, permitirá gerar produtos (biomateriais) para a produção de microcápsulas e desenvolver processos (tecnologia para o microencapsulamento de ilhotas pancreáticas), abrindo, assim, perspectivas promissoras para o tratamento do diabetes mellitus no Brasil. (AU)