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Papel do gene supressor de metástase RECK no processo de invasão tumoral em modelo de carcinoma mamário humano

Processo: 03/14033-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2004
Vigência (Término): 31 de março de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Mari Cleide Sogayar
Beneficiário:Marina Trombetta Lima
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/10707-7 - Bases moleculares do controle da proliferação celular e origem de neoplasias na era de genômica e proteômica, AP.TEM
Assunto(s):Neoplasias mamárias   Metaloproteases   Metástase neoplásica   Genes supressores de tumor

Resumo

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comumente detectado em mulheres sendo que na maioria das pacientes a causa de morte se deve, principalmente, a doença metastática que pode se desenvolver a partir do tumor primário. As metaloproteinases de matriz MMP-2 e MMP-9 exercem um papel-chave no processo de invasão e metástase do câncer de mama. O gene supressor de metástase RECK codifica para uma glicoproteína de membrana que é capaz de suprimir a metástase e a invasão tumoral através da regulação de metaloproteinases de matriz envolvidas em carcinogênese: MMP-9, MMP-2 e MT1-MMP. O objetivo geral deste projeto consiste em analisar o papel do gene RECK no processo de invasão e metástase tumoral em linhagens de câncer de mama humano. Linhagens celulares de carcinoma mamário humano serão analisadas quanto a expressão do gene RECK e correlacionadas com seus diferentes potenciais de invasão e metástase. Para avaliar, o papel da expressão constitutiva do gene RECK no potencial invasivo/metastático de linhagem de carcinoma mamário altamente invasivo, transfectantes estáveis do gene hRECK serão gerados e caracterizados. O estudo do papel do gene RECK em carcinomas mamários humanos é de grande importância para a clínica, uma vez que os resultados gerados poderão sugerir um papel do gene RECK como indicador de prognóstico do câncer de mama e como alvo-molecular no desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. (AU)