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Eficiência da biodegradação de compostos aromáticos por diferentes populações de microrganismos (adaptados e recombinantes) em reatores biológicos

Processo: 08/51521-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2008
Vigência (Término): 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Claudio Augusto Oller do Nascimento
Beneficiário:Elen Aquino Perpetuo
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/57708-7 - CEPEMA-USP, AP.TEM
Assunto(s):Compostos aromáticos   Biodegradação   Reatores biológicos

Resumo

Os compostos aromáticos pertencem a um grupo tóxico de poluentes ambientais descartados do processo de muitas indústrias, tais como refinarias de óleo e indústrias químicas. Alguns destes componentes são listados como os principais poluentes do meio ambiente pelas agências de proteção ambiental de vários países. Os efluentes destas indústrias normalmente são tratados através de processos biológicos. Alguns microorganismos adquirem a habilidade de se adaptar e utilizar estes compostos como fonte de carbono e energia, porém infelizmente, mesmo os adaptados, não resistem as oscilações de concentração e microorganismos recombinantes podem ser implementados em busca de melhores resultados. O presente trabalho pretende estudar e comparar a eficiência dos diferentes microorganismos utilizados na degradação do fenol (composto modelo) em reatores biológicos e utilizar o sistema como modelo para degradação de outros poluentes. Dentre os microorganismos, utilizaremos aqueles que já conhecidamente degradam o fenol e outros que são resistentes às pressões ambientais, como a Chromobacterium violaceum e a Caulobacter crescentus, que são extremamente adaptáveis a lugares onde há escassez de nutrientes, e possuem genes com notável potencial biotecnológico. Muitas enzimas já foram identificadas no genoma destas bactérias, dentre elas, uma fenol-monooxigenase em C. violaceum, que demonstrou ser muito eficiente no processo de degradação do fenol, e uma catecol dioxigenase em C. crescentus, além de outras. Estes microorganismos serão modificados geneticamente, colocados em um mini-bioreator biológico para a degradação do fenol e seus intermediários (catecole e hidroquinona) e estudos comparativos serão feitos para verificar a eficiência de cada cultura celular. As cepas que se mostrarem mais eficientes na degradação do fenol, serão testadas em outros compostos aromáticos de interesse industrial. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Bactérias ajudam a tratar água utilizada por refinarias de petróleo 
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