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Avaliação dos efeitos anti-oxidantes da astaxantina e seu papel regulador na funcionalidade de neutrófilos

Processo: 08/50066-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Rosemari Otton
Beneficiário:Rita de Cássia Macedo dos Santos
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo   Neutrófilos   Antioxidantes   Óxido nítrico   Astaxantina   Superóxidos

Resumo

A astaxantina (AST) é um carotenóide de coloração rósea-alaranjada essencialmente produzido no primeiro nível trófico de ecossistemas marinhos, principalmente microalgas (e.g. Heamatococcus pluvialis - fitoplâncton). As características estruturais da AST - uma longa cadeia alifática poli-insaturada com 11 duplas ligações conjugadas a 2 grupos carbonila e 2 hidroxilas nos anéis b - podem explicar a sua destacada ação antioxidante tanto em ensaios in vitro como in vivo (Barros et al. 2001; Young & Lowe 2001). Frente a sua ação direta contra espécies reativas de oxigênio/nitrogênio (EROs/ERNs), a AST é um excelente interceptador de radicais peroxil (ROO) e alcoxil (RO) e também um eficiente supressor do oxigênio singlete [O2(1 Dg)], espécies comprovadamente envolvidas na oxidação e degeneração de biomoléculas essenciais à sobrevivência celular (Young & Lowe 2001; Woodall et al. 1997). Radicais livres EROs e ERNs são formados normalmente por todas as células aeróbicas e sabidamente participam de uma grande variedade de reações. Embora alguns trabalhos mostrem o potente efeito antioxidante da AST em diversos sistemas biológicos, pouco é conhecido sobre os efeitos antioxidantes, desta molécula sobre a função de neutrófilos. Há evidências de que anormalidades na função fagocítica das células do sistema imune contribuem para a susceptibilidade a infecções ou pelo menos para o aumento da severidade de algumas doenças. Entre as alterações mais citadas incluem-se redução na mobilidade, quimiotaxia, aderência, fagocitose e metabolismo energético de neutrófilos (Alba-Loureiro et at. 2006). Desta forma, pretendemos avaliar alguns parâmetros indicadores de estresse oxidativo, com o objetivo de verificar o possível papel regulador deste carotenóide sobre as células imune. Os parâmetros indicadores de estresse a serem analisados incluem: viabilidade celular por exclusão de tripan blue, quantificação de óxido nítrico (NO), ensaio de capacidade fungicida e fagocitose de neutrófilos, produção de ânion superóxido e atividades de enzimas antioxidantes. Este estudo poderá contribuir para a compreensão do envolvimento dos EROs/ ERNs na ação específica da AST sobre as células do sistema imune. (AU)

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