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Influência das características microestruturais sobre a deformação piroplastica de porcelanatos

Processo: 08/53679-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Anselmo Ortega Boschi
Beneficiário:Eduardo Rodrigues de Paula
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Porcelanato

Resumo

De acordo com o crescente uso do porcelanato dentre as classes de revestimentos cerâmicos, torna-se importante a otimização de suas propriedades, as quais são responsáveis pelo seu destaque no mercado e significativo valor agregado. Até o momento, estudos mostram que há um domínio no conhecimento desde os aspectos funcionais das matérias-primas envolvidas nas formulações até as variáveis de processo, porém, nem sempre se encontra didaticamente esclarecido a relação de todos os fatores que compõem a produção de um porcelanato com os requisitos do produto final. A certificação dos revestimentos cerâmicos é estabelecida pelas normas ISSO 13006/ NBR 13818, dentre o conjunto das características necessárias estão às propriedades geométricas. Um defeito na forma do produto na etapa de queima é denominado de deformação piroplástica, que pode ser descrito como a curvatura da peça durante a queima, sendo está submetida à força vertical de seu próprio peso. Pode ser relacionada com o excesso de fases liquidas de viscosidade reduzida, que se formam durante a queima. Sua magnitude é expressa pelo índice de piroplasticidade (IP). A publicação recente no Brasil do projeto de norma NBR 15.463:2007, específica para porcelanatos, restringiu ainda mais os desvios permitidos para as características geométricas do produto. O estudo será dividido em duas etapas fundamentais. Na primeira, busca-se estabelecer um método de medida do índice de piroplasticidade de massa de porcelanato. Pretende-se que o método desenvolvido consiga traduzir de forma confiável o índice de deformação do corpo cerâmico. A etapa seguinte, com a metodologia desenvolvida, prevê o estudo da deformação piroplástica de massas de porcelanato em função da variação do volume de fases vítreas formadas na microestrutura do produto durante a queima. (AU)