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Recobrimento biomimetico de acos inoxidaveis austeniticos com alto teor de nitrogenio.

Processo: 04/08147-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2004
Vigência (Término): 30 de novembro de 2005
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica
Pesquisador responsável:Anselmo Ortega Boschi
Beneficiário:Marcelo de Souza Zanin
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Bioatividade   Aço inoxidável   Biomateriais

Resumo

Independente do reconhecimento bem difundido da biocompatibilidade e bioatividade da hidroxiapatita sintética (HA), seu uso em implantes, que deveriam trabalhar sob tensões razoavelmente altas, normalmente são impedidos pela deficiência de propriedades mecânicas exigidas. No entanto os metais são materiais biotoleráveis, não sendo capazes de ligar-se ao tecido ósseo. Para resolver este problema, implantes metálicos são recobertos com uma fina camada de HA. Entre as diversas técnicas disponíveis, o método denominado de biomimético tem recebido grande atenção nos últimos anos. O presente trabalho visa o estudo do efeito das variáveis de processo sobre o mecanismo de precipitação e crescimento de apatita pelo método biomimético. Aços inoxidáveis com elevado teor de N, livres de Ni e com elevados teores de Mn, estão sendo utilizados em aplicações médicas. Serão utilizados três aços inoxidáveis austeniticos comerciais a saber. ASTM F138 (ISO 5832-1), usualmente utilizado na fabricação de próteses, (este aço foi utilizado como referência para comparação com o comportamento de dois outros aços de alto nitrogênio), ASTM F1586 (ISO 5832-9) com 0,37 %N e o aço Bohler P558 isento de níquel com 0,48%N. As amostras serão recobertas mediante o método biomimético utilizando solução de silicato de sódio como agente nucleante. As superfícies serão analisadas por espectroscopia no infravermelho (FTIR) e microscopia eletrônica de varredura (MEV) com microanálise por espectroscopia por dispersão de energia (EDS). (AU)