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Era putin-bush: uma análise sobre o relacionamento bilateral EUA e Rússia (2001/2008)

Processo: 08/10774-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2009
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Cristina Soreanu Pecequilo
Beneficiário:Alessandra Aparecida Luque
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Política externa   Estados Unidos   Rússia

Resumo

O presente trabalho tem como finalidade analisar as relações bilaterais entre as antigas superpotências da Guerra Fria- Estados Unidos da América (EUA) e a Federação da Rússia (antes União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), durante os governos de George W. Bush e Vladimir Putin (2001 a 2008). Dentro desse período buscaremos analisar, face às mudanças do Sistema Internacional pós-queda do Muro de Berlim, mas principalmente, pós-11 de setembro, as alianças e conflitos que englobam esta relação. A fim de melhor contextualizar esta dinâmica, o estudo também contará com um breve retrospecto do intercâmbio entre EUA e URSS. À luz deste relacionamento, pretende-se compreender o reordenamento da política internacional e os movimentos de convergência e divergência entre ambos. A relação entre Bush e Putin foi escolhida por representar a dinâmica mais complexa de convergência/divergência do período. Sob orientação de Putin, o país russo buscou um novo status no cenário global, iniciando uma reconstrução interna do país e uma linha política independente. Os EUA, por sua vez, visavam à manutenção de seu poder em áreas tradicionais como a Europa e a Ásia e a ampliação de sua presença em antigos territórios soviéticos, também encarando a perda de sua inviolabilidade continental. Os desencontros de interesses russo-americanos, principalmente na Eurásia, e as convergências na guerra contra o terror, são focos da presente análise, tendo de um lado um país buscando a preservação da sua Hegemonia e, do outro, uma nação disposta a recuperar seu lugar entre as Grandes Potências.