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Colite ulcerativa experimental induzida por TNBS com enfoque morfológico no comportamento celular de mastócitos, enterócitos e células caliciformes

Processo: 08/58303-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Claudia Helena Pellizzon
Beneficiário:Jean Felipe Marques
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Enterócitos   Colite   Mastócitos

Resumo

O trabalho em questão visa esclarecer as alterações celulares decorrentes da Colite Ulcerativa (CU) que, assim como a Doença de Crohn, é caracterizada como uma Doença Inflamatória Intestinal. A CU é uma doença que atinge grande parte da população e apresenta grande probabilidade de desenvolver câncer de cólon. Porém, além desses aspectos da doença sua etiologia ainda é desconhecida e a maioria das terapias utilizadas tem eficácia limitada e efeitos colaterais significativos. Portanto, é necessário o melhor entendimento dos eventos envolvidos nessa doença para que se possam desenvolver novas terapias com melhores eficácias. O entendimento dessa doença do ponto de vista morfológico é necessário associado com outras áreas do conhecimento biológico. Há na literatura vários trabalhos a respeito de CU, entretanto poucos têm o enfoque direcionado às células envolvidas nessa doença. Muitos autores descrevem a depleção de muco em CU, contudo, não há relatos substanciais das alterações das células caliciformes dentre outras células envolvidas no processo inflamatório como enterócitos e mastótitos pela extensão do cólon, mas sim por uma singular faixa transversal - colônica perto à beira da lesão. Para tanto, objetivamos avaliar a celularidade do cólon de animais submetidos à colite experimental induzida por TNBS comparado com animais normais. Neste primeiro momento analisaremos morfologicamente os mastócitos, células caliciformes e enterócitos para melhor entendimento desta doença. A celularidade a ser avaliada será por uma extensão colônica mais ampla do que habitualmente está se avaliando em CU. Além dos dados histológicos far-se-á análises bioquímicas e macroscópicas. (AU)