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Avaliação da toxicidade aguda de sete diferentes surfactantes utilizados na composição de agrotóxicos para o Mato-Grosso (Hyphessobrycon eques) e para o guaru (Phallocerus caldimaculatus)

Processo: 06/58459-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Robinson Antonio Pitelli
Beneficiário:Silvia Patrícia Carraschi de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicidade   Surfactantes   Herbicidas

Resumo

A avaliação ecotoxicológica é importante para o controle, regulamentação e classificação de novas substâncias tóxicas quanto ao potencial do risco ambiental. A identificação do perigo e a avaliação da relação da dose resposta são etapas iniciais no processo de avaliação da toxicidade ou do risco ambiental. Assim, este trabalho tem como objetivo determinar a toxicidade aguda de sete surfactantes (Aterbane®, Gotafix®, Ag-Bem®, Energic®, Extravon®, Vegetal'Oil® e Fixade®), para o mato grosso (Hyphessobrycon eques) e para o guaru (Phallocerus caudimaculatus) e avaliar as variáveis de qualidade de água (pH, oxigênio dissolvido, temperatura, condutividade, turbidez, alcalinidade e amônia total) dos testes de toxicidade aguda. Para a realização deste projeto de pesquisa serão utilizados peixes jovens com peso médio entre 0,5 e 2.0 g que serão realizados testes com substância referência com cloreto de potássio para a validação do lote experimental. Em seguida, serão realizados os testes preliminares de toxicidade aguda para a determinação dos intervalos de concentração que causam zero e 100% de mortalidade. Posteriormente, serão realizados os testes definitivos. Em todos os testes será mantida a densidade máxima de 1 g de peixe/L de água e os peixes serão previamente aclimatados, por dez dias. Os testes com exposição de 96 horas serão conduzidos no sistema estático, sem substituição e sifonagem de água durante o período de exposição dos peixes. (AU)