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Atividade de alcalóides tropânicos em um herbívoro generalista e predadores: estruturas mais derivadas tem maior eficiência?

Processo: 08/01924-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2008
Vigência (Término): 30 de abril de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Pesquisador responsável:Alberto José Arab Olavarrieta
Beneficiário:Gisele Cristine Massane
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Ecologia química

Resumo

Várias espécies de plantas se defendem contra o ataque por herbívoros através de compostos tóxicos do metabolismo secundário, os quais atuam como repelentes ou afetam o desempenho de seus inimigos naturais. Alcalóides são compostos nitrogenados presentes em aproximadamente 20% das espécies de plantas, sendo que os alcalóides tropânicos constituem o grupo principal de metabolitos secundários nas solanáceas da tribo Daturae, sendo escopolamina e atropina os mais abundantes nos gêneros Brugmansia e Datura. Segundo o mecanismo de biossíntese desses compostos, a escopolamina é derivada da atropina após epoxidação do anel tropânico. De acordo com a hipôtese proposta por Berenbaum (1983) e Berenbaum & Feeny (1981), como resultado da adaptação de herbívoros a determinados compostos tóxicos, algumas plantas se tornaram mais efetivas contra herbívoros após a modificação de precursores, em compostos mais complexos e tóxicos para esses herbívoros. Sendo a atropina precursor da escopolamina e de acordo com a hipótese sobre o aumento da complexidade de compostos defensivos mais eficientes em decorrência da pressão seletiva da herbivoria, neste estudo pretende-se correlacionar a posição na rota biosintética e a atividade desses alcalóides contra um herbívoro generalista modelo e nas suas interações sequenciais com predadores.

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