Busca avançada
Ano de início
Entree

Ontogênese floral e sistema reprodutivo de Crescentia cujete l. (Bignoniaceae)

Processo: 06/58001-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2006
Vigência (Término): 30 de novembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal
Pesquisador responsável:Nelson Sabino Bittencourt Junior
Beneficiário:Tiago Casella
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/59234-4 - Sistemas reprodutivos e análise histológica dos eventos posteriores à polinização em espécies auto-férteis e auto-estéreis de Bignoniaceae, AP.JP
Assunto(s):Embriologia vegetal   Bignoniaceae   Biologia reprodutiva

Resumo

Trabalhos recentes indicam o predomínio da auto-incompatibilidade de ação tardia como sistema reprodutivo em Bignoniaceae, embora estes estudos tenham sido feitos em apenas 5% das espécies desta família. Além disso, a auto-fertilidade e a ocorrência de apomixia têm sido verificadas em algumas espécies. Não há registros de estudos sobre sistema reprodutivo e ontogênese floral em espécies da tribo Crescentieae, salvo por alguns poucos estudos embriológicos já realizados. O presente projeto visa caracterizar o desenvolvimento dos botões florais e os eventos florais durante a antese, assim como determinar o sistema reprodutivo em Crescentia cujete. Botões florais em início de desenvolvimento serão marcados e monitorados até a sua maturidade, verificando-se periodicamente suas dimensões com o uso de um paquímetro. Outros botões serão coletados em diversos estádios de desenvolvimento e processados para análises em microscópio óptico e em microscópio eletrônico de varredura. O sistema reprodutivo será investigado através de experimentos de polinizações controladas, utilizando-se os seguintes testes: autopolinização espontânea, autopolinização induzida, polinização cruzada induzida e estimativa da frutificação natural (controle). Se constatada a auto-esterilidade, análises do desenvolvimento in situ dos tubos polínicos, em pistilos autopolinizados vs. submetidos à polinização cruzada, serão realizadas utilizando-se técnicas de microscopia de fluorescência. (AU)