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Aderência ao tratamento em crianças e adolescentes com doenças reumáticas inflamatórias crônicas

Processo: 09/51061-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Beneficiário:Karine Yoshiye Kajiyama Okamoto
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Crianças   Adolescentes   Inquéritos e questionários   Aderência   Doença crônica

Resumo

O reconhecimento dos fatores que levam à não-aderência entre os pacientes com doenças reumáticas contribui para a formulação de estratégias de promoção de adesão, melhorando a qualidade de vida e o prognóstico a longo prazo desses pacientes. O objetivo primário deste estudo será identificar os pacientes com doenças reumáticas inflamatórias crônicas não aderentes ao tratamento, por meio de questionários que incluem dados demográficos, dados sobre a doença e uso de medicamentos e sua administração, dados relacionados às consultas médicas e fisioterápicas, realização de exames subsidiários solicitados e possíveis razões para ocorrência de falhas de aderência, O objetivo secundário será avaliar os fatores associados a cada grupo (pacientes aderentes e não aderentes), com a finalidade de desenvolver e validar um questionário para identificação de pacientes não aderentes ao tratamento. Serão incluídos no estudo 100 pacientes selecionados aleatoriamente com idade entre 2 e 18 anos de idade, com critérios diagnósticos ou de classificação para artrite idiopática juvenil, lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite e esclerodermia que estejam em acompanhamento no serviço de Reumatologia Pediátrica há pelo menos 2 meses e que estejam tomando um ou mais medicamentos no momento da avaliação. O estudo consistirá na realização dos questionários aos dois e seis meses de tratamento, identificando pacientes não aderentes e verificando se o questionário para identificação de pacientes não aderentes ó válido. Dessa forma, será desenvolvida ferramenta para identificar pacientes com predisposição a má aderência no início do tratamento, o que permite promover ações para evitar o tratamento incompleto desse paciente. (AU)