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Estudo da metodologia de Peixoto (2001) para previsão da capacidade-de-carga de estacas

Processo: 04/10735-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2004
Vigência (Término): 30 de novembro de 2005
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Civil - Geotécnica
Pesquisador responsável:Anna Silvia Palcheco Peixoto
Beneficiário:Rodrigo Lourenção Nunes
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Fundações (engenharia)   Fundações por estacas   Prova de carga   Torque

Resumo

Na prática brasileira de engenharia de fundações o ensaio SPT ainda é o mais utilizado para o cálculo de capacidade-de-carga de fundações. Ranzini (1988) propôs a medida do torque logo após a cravação do amostrador adicionando assim, um parâmetro estático ao ensaio. Através do torque pode-se calcular a adesão solo-amostrador e correlacioná-la com o atrito lateral de estacas. Atualmente existem quatro metodologias utilizando o SPT-T para previsão da capacidade-de-carga de estacas: Decourt (1996), Alonso (1996a e 1996b), Carvalho et al (1998) e Peixoto (2001). Porém, para essas metodologias serem utilizadas na prática, existe a necessidade de testá-las com o maior número de dados possíveis. Essa pesquisa consiste principalmente em avaliar a metodologia de Peixoto (2001) para estacas ensaiadas após essa publicação e comparar os resultados com os obtidos através dos outros três métodos. Também serão sugeridas adaptações ao método, caso seja verificada a necessidade. Além disso, será desenvolvido um programa didático e prático para o cálculo através de Peixoto (2001). (AU)