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Novas alternativas terapêuticas antitumorais: utilização da enzima proteolítica arazima

Processo: 07/00124-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Elaine Guadelupe Rodrigues
Beneficiário:Felipe Valença Pereira
Instituição-sede: Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia. Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Enzimas proteolíticas   Melanoma

Resumo

A busca de novas alternativas terapêuticas para o tratamento do câncer se justifica e é estimulada pelos inúmeros e muitas vezes debilitantes efeitos colaterais presentes nas drogas quimioterápicas hoje disponíveis. Entre várias possibilidades que se encontram em estudo atualmente, a utilização de enzimas proteolíticas de origem vegetal, animal ou bacteriana vem sendo analisada em diversas doenças. Várias enzimas proteolíticas de origem vegetal como tripsina, brofazina, papaína, quimiotripsina e outras proteinases têm sido usadas experimentalmente no tratamento do câncer. Estas proteinases mostraram-se ativas na inibição do crescimento tumoral, invasão e metástase de animais tratados pelas mesmas, porém o seu mecanismo de ação ainda não foi elucidado. A Arazima, uma metaloprotease pertencente à família das Serralisinas e isolada do sobrenadante de cultura da bactéria Serratia proteamaculans, uma bactéria simbionte da aranha Nephila clavata, em ensaios prévios realizados em nosso laboratório inibiu o crescimento in vitro de células tumorais murinas e humanas, induziu a secreção de óxido nítrico por macrófagos peritoneais em cultura, e em experimentos preliminares in vivo mostrou uma ação anti-metastática. Este projeto se propõe a dar continuidade a este estudo, avaliando a possibilidade da utilização da Arazima como um novo agente terapêutico contra o melanoma murino B16F10-Nex2, determinando-se a importância da atividade enzimática da arazima para esse efeito, e analisando-se o mecanismo de ação antitumoral da enzima (ativa ou inativa) sobre células tumorais e do sistema imune. (AU)

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