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Imobilização de biomoléculas osseoindutoras sobre titânio visando a obtenção de superfícies bioativas

Processo: 05/50418-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 31 de agosto de 2005
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Pesquisador responsável:Denise Freitas Siqueira Petri
Beneficiário:Arlete Tavares Almeida
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/10015-3 - Arranjos organizados de macromoléculas e nanoestruturas para o desenvolvimento de sensores e microbaterias, AP.PRNX.TEM
Assunto(s):Biologia molecular   Titânio   Proteínas morfogenéticas ósseas   Ósseointegração   Nanolitografia

Resumo

A imobilização controlada de biomoléculas específicas permite o controle do tipo de resposta gerada na interface biomaterial-célula. No caso de implantes dentais, um dos pré-requisitos do material é que possua propriedades mecânicas e osseointegração adequadas. A proteína óssea morfogenética, BMP, é apontada como a responsável pela indução do crescimento ósseo. Portanto, sua imobilização em superfícies metálicas pode contribuir na aceleração do processo de osseointegração de implantes médicos e dentais. Como a imobilização pode levar à diminuição da atividade biológica da biomolécula devido a possíveis mudanças conformacionais, este trabalho objetiva o estudo do comportamento da adsorção da BMP sobre superfícies de titânio utilizado na confecção de implantes dentais. De forma a obter substratos com diferentes propriedades superficiais, superfícies de titânio serão modificadas por meio de revestimento rotacional (filme polimérico de PHEMA, um biomaterial) e nanolitografia por feixe de elétrons (obtenção de superfícies nanoestruturadas) ou reações de silanização. Técnicas in situ, como elipsometria e Microscopia de Força Atômica, AFM, permitirão estudos da interação entre a proteína-substrato em condições experimentais variadas (força iônica e pH). Testes de biocompatibilidade mostrarão se as superfícies apresentam potencial para aplicações biomédicas. (AU)