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Análise proteômica da epilepsia de lobo temporal mesial

Processo: 06/61748-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Iscia Teresinha Lopes Cendes
Beneficiário:Andre Henrique Zamboni
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13424-1 - Identificação e caracterização das etiologias, mecanismos de lesão, disfunção neuronal e defeitos moleculares na epilepsia de lobo temporal mesial e sua relação com a resposta ao tratamento, AP.TEM
Assunto(s):Epilepsia   Proteômica   Lobo temporal

Resumo

Um dos tipos mais comuns de epilepsia é a epilepsia de lobo temporal (ELT) que freqüentemente se associa à esclerose mesial temporal (EMT), uma lesão identificada por exames anátomo-patológicos. Recentemente, as diferentes modalidades de neuroimagem identificam a atrofia hipocampal e outros sinais indicativos de EMT como o mais proeminente achado em pacientes com epilepsia de lobo temporal mesial (ELTM) de difícil controle clínico. Apesar destas observações, ainda não estão bem esclarecidas as relações entre esses achados morfológicos e os mecanismos epileptogênicos mediando essas condições. Em 2001, Kobayashi e colaboradores identificaram um tipo distinto de ELTM com recorrência familiar, a ELTM familiar (ELTMF). Espécimes cirúrgicos de pacientes com ELTM intratável oferecem uma oportunidade única para responder questões relacionadas com a fisiopatologia da EMT dentro do contexto da ELTM nas formas familial e não familial, incluindo a investigação de fatores genéticos relevantes possivelmente associados à refratariedade medicamentosa de algumas formas de ELTM. Assim, este estudo pretende realizar a análise proteômica dos espécimes cirúrgicos obtidos de pacientes com ELTM que se submetem a cirurgia para tratamento de suas crises. Amostras preparadas das proteínas serão fracionadas em um gel 2D, para uma corrida segundo seus pontos isoelétricos e massa molecular. Em seguida, será corada (prata ou fluorescência) e sua imagem será analisada por scanner e softwares existentes em nosso laboratório. (AU)