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Análise molecular do mosquito Aedes aegypti na cidade de Botucatu utilizando a caracterização de SNPs para incremento da vigilância entomológica

Processo: 09/17964-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo Martins Ribolla
Beneficiário:Melina Aulino Campos de Lima
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Vigilância entomológica   Vetores de doenças   Dengue   Aedes aegypti   Aedes albopictus   Marcador molecular   Polimorfismo de um único nucleotídeo

Resumo

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países. Não há tratamento específico e vacina eficiente para o viável controle da dengue, a única medida disponível nos dias atuais depende do controle do vetor, no caso os culicídeos do gênero Aedes: Aedes (Stegomyia) aegypti e Aedes (Stegomyia) albopictus, ambas as espécies introduzidas no Brasil (Rueda, 2009). Estes são altamente adaptados a ambientes urbanos e suburbanos onde a concentração populacional é elevada, assim como a de casas e a cobertura vegetal são moderadas. O presente projeto tem como meta analisar geneticamente as populações de vetores da dengue, espécie Aedes (Stegomyia) aegypti município de Botucatu, localizado no centro sul do Estado de São Paulo, que apresenta grandes oscilações populacionais do vetor, devido às características de sua temperatura e variações pluviométricas durante o ano. A técnica utilizada será o PAMSA para identificar SNPs, visando verificar se, neste município, ocorre manutenção da mesma população ou são populações novas introduzidas, vindas de outras regiões, a cada ano. Esta informação é relevante para o controle populacional dos mosquitos por inseticidas, já que de um modo geral, estes agentes infecciosos manifestam alto grau de plasticidade genética, com a capacidade de gerarem mutantes resistentes a diversas condições ambientais (Besansky, et al. 1992). Além disso, dados de casos sobre o monitoramento das populações circulantes do mosquito, relacionados com dados de casos de dengue durante os períodos epidêmicos e inter-epidêmicos, podem constituir uma alternativa eficaz para prevenir as epidemias (Ribolla, 2008). (AU)

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