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Estudos fitoquimicos das folhas de khaya ivorensis (meliaceae) resistente a hypsipyla grandella, visando entender um problema recente: ataque por fungo.

Processo: 04/15026-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva
Beneficiário:Vanessa Gisele Pasqualotto Severino
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/09852-8 - Fitoquímica e ecologia química: busca de compostos de partida para novas drogas inseticidas, fungicidas e bactericidas para o controle de pragas vegetais, AP.PRNX.TEM
Assunto(s):Triterpenos   Fitoquímica   Ecologia química   Meliaceae

Resumo

As espécies de Khaya correspondem ao mogno africano de ótima qualidade. Com isto, tem-se intensificado a introdução de espécies deste gênero em substituição ao mogno Swietenia macrophylla, já que elas vêem se mostrando resistentes a Hypsipyla grandella. Contudo, recentemente foi observado K. ivorensis atacadas por fungos em plantações modelo. Com isto, o grupo de PN da UFSCar pretende expandir sua tinha de pesquisa nesta área visando o estudo fitoquímico de K. ivorensis sadia e atacada. Este estudo comparativo permitirá verificar se houve interferência do fungo no metabolismo secundário da planta. O plano de trabalho para a aluna de IC tem como objetivo introduzi-la na área de fitoquímica, assim, caberá a ela apenas o estudo das folhas de Khaya ivorensis atacada. O objetivo geral visa permitir a aluna uma aprendizagem das técnicas de cromatografia, aplicação da espectroscopia de RMN, EM, IV, UV em produtos naturais, introduzi-la na área de ecologia química, permitindo observar interações químicas entre inseto e hospedeiro (planta). As folhas não são atacadas pelo fungo, assim, as substâncias isoladas por ela serão transferidas para o segundo aluno, o qual fará ensaios frente ao desenvolvimento do fungo, com o objetivo de se verificar a possibilidade destas atuarem como fungicidas. Se os ensaios forem positivos, estas substâncias poderão ser utilizadas no combate ao fungo durante o desenvolvimento de novas culturas da madeira nobre. (AU)